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Papai Noel existe?

Seu filho está crescendo... Até quando deixá- lo acreditar? Devemos contar a verdade? O que fazer com o irmão mais novo?

Essas são perguntas que nos fazemos quando chega a época do Natal. A cidade está enfeitada. Papai noel por todo o lado.

Acreditar em Papai noel, coelho da Páscoa e outros personagens faz parte da infância e é saudável. Não depende de religião ou crenças. Através das fantasias a criança conhece e constrói seus próprios valores, tornando- se uma adulto mais criativo e otimista.

 

Não existe idade para contar a verdade. E acredito que não devemos fazer por nós mesmos. Cedo ou tarde, algum amigo mais velho irá contar, mesmo que em tom de brincadeira, e assim acabará a magia. Isso geralmente ocorre entre 7 e 8 anos.

Deixe que ele pergunte e, se ele se mostrar pronto, conte a verdade. Mas se ele demonstrar tristeza diante da possibilidade do Papai Noel não existir, você pode enrolar mais um pouquinho.

Deixar um filho acreditar, é deixá-lo sonhar com coisas possíveis e impossíveis. Com imaginação a criança enfrenta melhor a vida e também os seus medos.

 

Mas e meu irmão? Posso contar para ele?

Que tal explicar que ele é pequeno, que ainda acredita e que deixaremos ele também descobrir sozinho? Pode ser um segredo entre vocês.

Todos nós um dia acreditamos em Papai Noel e provavelmente lembramos do dia que descobrimos que ele não existia. Eu me lembro!

Deixar um filho acreditar, é deixá-lo sonhar com coisas possíveis e impossíveis. É com muita imaginação que a criança enfrenta a vida e também os seus medos.

Não devemos ter pressa em fazê-los acordar…

Meu filho acredita em Papai Noel. Este ano foi a primeira vez que pediu um presente à ele. Tem medo que o Natal acabe e o Papai Noel não venha…

Junto com ele, esperaremos o bom velhinho….

Feliz Natal!

 

Clínica Infantil Reibscheid

 

 

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Comentários

Sandra Martins

Oi! sou a Sandra, assim como a colega também concordo com essa tradição, tenho uma sobrinha de 8 anos, que até hoje acredita piamente que o "bom velhinho" existe...todos os anos ela faz a cartinha e fica esperando seu presente. Esse ano, começamos a falar que o papai noel só atendia as crianças até 7 anos...ela de forma alguma aceitou a informação, disse que não ia ficar sem presente no natal e de qualquer forma ia fazer a cartinha dela...Enquanto escrevia sua cartinha eu disse para ela falar pro "papai noel" que se ele não a atendesse devido a idade dela ela não iria ficar triste e que no lugar do presente dela era pra ele dar a outra criança, ela retrucou e mais uma vez disse que não ia ficar sem presente no natal, assim insistiu na sua cartinha. Agora é só eperar!! Mas aqui fica o comentário, nada mais lindo do que a inocência e a realização do sonho de uma criança! Boas Festas a todos.

Sandra, acho que ela ainda quer acreditar mais um pouquinho... Boas Festas

Aline Cortes

Olá! Meu nome é Aline e tenho uma bebê de 10 meses. Concordo em gênero, número e grau com tudo o que disse. Na minha família a tradição do papai noel deve existir há 27 anos, desde quando eu nasci. E todo ano é a mesma coisa: os pais chegam na festa e entregam os presentes - escondidos dos filhos - pra alguém guardar. Até uns 10 anos atrás, meu avô materno era o papai-noel, mas desde que ele faleceu, todo ano alguém se candidata a ser o bom velhinho, até eu já fui. Apagamos as luzes e deixamos o clima na expectativa. O papai noel da noite entra com saco vermelho cheio de presentes, tocando o sininho, e todos param pra ver e se emocionar. Ele senta em uma cadeira e dá oi para todos. Alguém - geralmente minha mãe - pega presente por presente e "canta" o nome da criança; que vai ao encontro do "velhinho", lhe dá um beijo, pega o presente e tira uma foto. Já passaram por ali mais de 13 crianças. Não sei como foi o processo de descoberta de cada um, mas eu acreditei até bem grande, acho que com 10 ou 11 anos. Fui juntando partes de um quebra-cabeça: por que ele passava justo na nossa casa á meia-noite, por que, de tantas casas no mundo, ele deu a roupa dele pra minha mãe lavar? Entre outras coisinhas. E neste ano será o primeiro natal da minha princesa. Não vejo a hora de chegar o tão aguardado momento da noite. Espero conseguir alimentar essa fantasia nela até quando for saudável. Tudo isso - entre outras tantas coisas - fez minha infância ser feliz demais! Obrigada pela oportunidade de compartilhar uma experiência tão importante. Abraços, Aline

Que bacana Aline. Esperamos que seja mágico o seu momento com a sua filha!

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