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Transformando a empregada em babá

Muitas mães tentam transformar a empregada em babá.

Aprenda a reconhecer se sua funcionária tem o perfil certo para a nova função e veja como fazer a mudança.

A publicitária Marília Penariol, 30 anos, de São Paulo, percebia a pouca empatia entre a filha Nina, 2 anos, e sua então empregada. Mesmo assim, quando a babá titular pediu demissão, ela resolveu correr o risco e sugeriu que a em pregada acumulasse o posto de cuidadora da bebê. “Pensei em fazer uma experiência, já que minha filha não era mais tão pequena e estava na escolinha por meio período, o que permitia tempo livre para cuidar dos serviços domésticos”, conta. Mas foi um fracasso. “Ela não tinha paciência nem disposição para sentar e brincar. Só queria deixar tudo limpo”, resume Marília.

O erro dessa mãe foi ignorar os sinais que apontavam a incompatibilidade da empregada com a nova função. “É viável transformar uma doméstica em babá desde que ela seja carinhosa e paciente com o ritmo e a bagunça dos bebês. Se a empregada não tem essa natureza, é bobagem achar que ela vai mudar”, ensina a pedagoga Marilena C. da Fonseca, sócia da Baby Sitter Center, em São Paulo, empresa que agencia e treina babás.

Especializada no assunto pelo Queen’s College, nos Estados Unidos, Marilena lista alguns detalhes que você deve verificar antes de fazer a proposta à empregada. “Se ela for respondona, não vai funcionar pois a babá tem que seguir todas as orientações da mãe. Também não aconselho quando a pessoa tem situações difíceis na própria casa, como marido exigente com horário ou filhos pequenos, porque nunca pode fazer hora extra. Como fica no dia em que a mãe precisa trabalhar até tarde ou tem um compromisso social?”, pondera Marilena.

Uma condição primordial para que a nova babá tenha o desempenho esperado é que ela seja treinada – em cursos ou pela própria mãe. “Ela precisa conhecer a fundo a rotina e os cuidados com a criança e ter consciência de que uma atitude discreta é indispensável”, alerta Tânia L. Cardozo, proprietária da escola de babás Nursery School, em São Paulo. “Afinal, estará no carro nas viagens, dividirá a mesa do restaurante e pode até vir a dormir no mesmo quarto de hotel dos patrões nas férias. Se for espaçosa e der palpite em tudo, vira um inferno.”

Falar muito errado ou não saber escrever são outros indícios de que ela não é uma boa escolha. “Se a empregada doméstica tem uma péssima dicção ou comete muitos erros de linguagem, a criança pode adquirir esses vícios”, afirma Tânia. Quanto a não saber ler e escrever, o problema é que ela não conseguirá fazer um relatório de como foi o dia, consultar a rotina que a mãe prescreveu e, às vezes, nem sequer ler o rótulo de um remédio da criança. Melhor evitar”, complementa. Faça também um balanço das mancadas que ela já deu na cozinha. “Se preparou algo com um ingrediente vencido, por exemplo, esqueça. Cuidar de bebê exige atenção e, caso a pessoa não tenha olhos para detalhes, dificilmente adquire essa característica”, assegura Tânia.

 

Fonte: Por Arthur Guimarães, Site Revista Claudia 

 

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