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Rouquidão Infantil

Uma queixa muito comum é ouvir que “meu filho” está rouco. Será?

A rouquidão infantil, ou também chamada disfonia infantil, não afeta somente adultos, e cada vez está mais frequente entre as crianças entre 5 a 10 anos, principalmente entre os meninos.

Isto porque os meninos estão mais expostos às brincadeiras que exigem maior imposição da voz, como jogos de bola ( o goleiro que precisa gritar para defender seu time), lutas (judô, karatê), o líder da classe que senta no “fundão” e precisa controlar a turma toda.

Crianças hiperativas tendem a apresentar mais disfonia.

A disfonia infantil é uma perturbação na voz das crianças que pode alterar as qualidades vocais. Essas alterações podem se caracterizar por qualidade vocal rouca, áspera ou soprosa, intensidade elevada ou fraca demais, entre outras.

 

A instalação pode ser:

- Forma súbita: por processos infecciosos (viroses, alergias...), traumatismos (intubação, acidentes) e abusos vocais intensos (por ex. Torcida em jogo de futebol)

- Forma lenta e progressiva: funcional (mau uso constante da voz); períodos cíclicos (gripes mal curadas)

 

As principais causas são:

- Distúrbios emocionais

- Ambientais: ambientes ruidosos, competição entre membros da família, convívio com pessoas que falam alto

- Processos infecciosos

- Prática de esportes

 

O diagnóstico é feito através de avaliação por Otorrinolaringologista ou Fonoaudióloga.

Muitas vezes, exames complementares como Nasofibroscopia e Laringoscopia podem evidenciar a presença de nódulos ou “calos” nas cordas vocais.

O tratamento, na maioria das vezes, é clínico. Sessões de fonoterapia são fundamentais para diminuir a tensão cervical e ensinar a criança a usar a voz sem gritar.

 

Orientações:

- Solicitar que as crianças falem sem gritar, aproximando-se das pessoas para conversar

- Abaixar o volume do rádio ou TV quando a criança for falar om alguém

- Dar a chance de cada criança falar na sua vez

- Realizar com moderações as imitações de monstros, animais e motores

- Oferecer bastante líquido à criança, para manter as cordas vocais bem hidratadas

- Ensinar a criança a falar mexendo bem a boca.

 

Por Alessandra Reibscheid – Fonoaudióloga 

 

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