Você está em Home >> Comportamento >> Auto-agressão

Siga:                         Já fez o seu cadastro? Entre aqui.

Auto-agressão

Sempre recomendo as mães que quando acontece esse traço no comportamento da criança, prestem atenção! Normalmente existe algum mecanismo psicológico que precisa de ajuda nessa criança.

Essas situações podem partir de um simples ato de querer chamar atenção dos pais, ate quadros de depressões mais importantes.

Quando a auto-agressão tem o objetivo de chamar a atenção, provocar, quase sempre, essas crianças conseguem. Descobrem que provocam uma comoção nos pais. "Também se auto-agridem para expressar uma insatisfação. Encontram no corpo uma das maneiras para manifestar um incômodo", diz o pediatra Eric Schussel, membro do Departamento de Saúde Mental da Sociedade Brasileira de Pediatria. Essa reação pode ou não ser acompanhada de drama, choro ou berros, características da birra.

"A criança também pode sentir apenas prazer nesse movimento", avisa a médica Mary Lise Silveira, psicanalista da Escola Paulista de Medicina, de São Paulo. É o que explica as cabeçadas precoces, que às vezes se iniciam por volta dos 8 meses, período em que o bebê está se descobrindo. A atitude não é contínua. Surge e desaparece conforme novos interesses e descobertas. Por vezes se intensificam com o nascimento de um irmão ou a saída de casa de alguma pessoa que a criança goste.

 

Como agir

O ideal é conter a ação da criança, pois conforme o alvo da cabeçada ela pode até se machucar. Para isso, tente um abraço forte e carinhoso, faça-o se interessar por uma música ou o envolva em alguma brincadeira.
Outra opção defendida por especialistas é, em crianças mais velhas, ignorar o fato. Mas, lembre-se de evitar danos fisicos aos seus filhos!

 

Quando é problema

O ato de bater a cabeça pode sinalizar um problema emocional, que merece muito mais atenção dos pais quando a criança o substitui por outros tiques autodestrutivos como arranhar a pele. "São rituais compulsivos que indicam uma tentativa da criança de não querer entrar em contato com algo que lhe cause sofrimento", avisa o pediatra Schussel.

O comportamento também pode refletir um problema neurológico. "É um sintoma que pode estar presente na criança com retardo mental, autismo ou transtornos psicóticos", explica Mary Lise.

Orientamos que se essa situação perdurar por mais de um mês, os pais devem procurar uma avaliação e orientação de um profissional de saúde mental, normalmente os psicólogos estão habilitados para isso.

Por: Fernanda Grimberg - Psicóloga 

 

| Enviar para um amigo | Imprimir | Comentar

 

Comentários

Nenhum comentário encontrado

Pediatria em foco

Atualidades | Comportamento | Doenças comuns | Higiene | MÍDIA | Nutrição | Puericultura | Saúde | Segurança | Vacinas | Curva do crescimento
DICAS | PERGUNTAS FREQUENTES | Cadastre-se

Pediatria em Foco © 2012. Todos os direitos reservados.

 

Clinica Infantil Reibscheid

Clínica Reibscheid | Links | Localização | Fale Conosco

Clínica Infantil Reibscheid © 2012. Todos os direitos reservados.

Telofone:  11 3801-2676

Horário de funcionamento / atendimento: Segunda a sexta, das 10h às 19h

 

Desenvolvido por: Floot Digital